Apoio Mútuo

Mudanças sérias precisam acontecer

Tag: campanhas Page 1 of 3

Doação de comida na praça da república (Grupo eu posso, São Paulo, SP)

O grupo formado por mulheres trans, chamado “grupo eu posso”, faz doação de comida na Praça da República de São Paulo que em tempo de pandemia está mais vulnerável.

A Organizadora é Sabrina Prezotte e o apoio é através de: Ag. 0237 Conta 83472-6/500 Poupança Itau Sabrina Prezotte

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=218064199451005&id=100037422787838%3Fsfnsn%3Dwiwspmo&extid=ZMGW4cIo5psvtAvzcoletivo&refid=17&_ft_=mf_story_key.647351212719789%3Atop_level_post_id.647351212719789%3Atl_objid.647351212719789%3Acontent_owner_id_new.100023347481090%3Athrowback_story_fbid.647351212719789%3Astory_location.4%3Astory_attachment_style.group%3Athid.100023347481090%3A306061129499414%3A2%3A0%3A1588316399%3A6297496289734716664&__tn__=%2As-R

MÁSCARA PARA TODXS – CONTRA COVID-19 NAS FAVELAS (MileLab, Grajaú São Paulo, SP)

O objetivo dessa campanha “MÁSCARA PARA TODXS – CONTRA COVID-19 NAS FAVELAS” é arrecadar uma quantia que vai custear a compra de material como: Tecidos de tricoline, elástico, linhas, embalagens e impressão de manual de uso e cuidados. Esse material é para realizar a confecção de máscaras de proteção caseiras para doar aos trabalhadores que não podem ficar de quarentena para combater o vírus COVID-19 como caixas de supermercados, motoristas de transporte público, telemarketings, etc. E também terá a venda das máscaras para o público em geral que sentir necessidade do uso, se tornando assim uma fonte de renda alternativa para manter a marca @mile.lab que estará fazendo a confecção das máscaras. A distribuição das máscaras será realizada nos bairros do Grajaú e seus entornos – Extremo Sul de São Paulo. A procura por materiais de proteção está imensa, e causando o desabastecimento de máscaras em todos os lugares. Essa é uma opção alternativa ao uso das máscaras descartáveis, recomendada pelo Ministério da Saúde. Fazendo o uso das máscaras de tecidos que são reutilizáveis, aumenta as chances das máscaras descartáveis chegar a quem precisa com urgência, como agentes de saúde e pessoas contaminadas. E garantir a proteção dos demais trabalhadores nesses tempos de pandemia. Precisamos cuidar dos nossos, e essa foi a forma que a @MILE.LAB encontrou de ajudar sua quebrada!

https://abacashi.com/p/mascara-para-todxs—contra-covid19nasfavrlas

OS KUIKURO PEDEM APOIO PARA SE DEFENDEREM DA PANDEMIA (AIKAX, Xingu, MS)

As Nações Indígenas, diante do Covid-19, correm sérios riscos de serem dizimadas. Visando a prevenção e o bem-estar dos habitantes das comunidades indígenas do Alto Xingu, a Associação Indígena Kuikuro Alto Xingu – AIKAX, beneficiária da Campanha, está lançando um alerta vermelho: Precisa de ajuda com 3 itens importantes para se prevenir nesta quarentena.

Se você, como nós, não se conforma com essa realidade. Colabore!

Com o montante arrecado vamos comprar :

Remédios e equipamentos hospitalares como nebulizadores; 01 Motor de Popa 90 HP e Barco 12 metros; 01 Caminhão 4 x 4, zero km

Escutemos as vozes dos Guardiões da Floresta e façamos a nossa parte!

Esta luta e’ de todos!

Nós Kuikuro somos um povo de língua caribe, habitantes tradicionais do Alto Xingu. Vivemos na Terra Indígena do Xingu, estado do Mato Grosso, Brasil.

Por sua vibrante cultura, os povos xinguanos são conhecidos como egi otomo (mestres de cantos), kehege otomo (mestres de rezas), gekuilene otomo (mestres da alegria) ou inhanhene otomo (mestres do artesanato)”.

Habitando uma zona de transição entre o cerrado do Brasil Central e a floresta amazônica, nós ajudamos a preservar uma área vital para a sobrevivência do Planeta.

Agora estamos ameaçados pela pandemia do COVID-19. Temos presente na memória a devastação que as epidemias de varíola, sarampo e mesmo gripe causou em nosso povo. Sabemos o que é ver os parentes morrerem e nem termos forças para enterrá-los por estarem todos doentes.

Fechamos o nosso território para que ninguém contaminado aqui possa entrar. Mas essa é uma tarefa difícil e não sabemos por quanto tempo teremos que resistir. Não podemos depender mais apenas do governo. Temos que tomar a nossa chance de sobrevivência em nossas mãos.

Por isso, precisamos de ajuda para proteger as nossas terras e o nosso povo.

No momento em que o mundo para, temos que escutar, reconectar e ajudar aqueles que sempre nos ajudam a ouvir a natureza.

Por favor, apóiem o povo Kuikuro por meio de sua Associação. Os recursos serão destinados à defesa de nosso território e para atender possíveis emergências. No momento, ainda estamos com saúde e acabamos de realizar um grande ritual para a construção da Casa das Flautas (Kuakutu) no centro da aldeia.

Queremos continuar a dançar e cantar pela saúde do Planeta e das gerações que ainda estão por nascer.

Apoiem os Kuikuro!

https://www.catarse.me/indigenascontracovid-19

Ações emergenciais periferias de Olinda (Rede Orgânica Periférica, Olinda, PE)

O Novo Coronavírus está atingindo as periferias brasileiras de forma avassaladora!

Nas comunidades do município de Olinda que já se encontram em situação de extrema vulnerabilidade social, como Peixinhos, Alto Sol Nascente, Salgadinho, Alto da Conquista, Rio Doce, Passarinho e Alto da Bondade, que cobrem uma área com cerca de 58.000 habitantes, a pandemia traz o risco de um colapso social e econômico.

Pedimos a sua ajuda na arrecadação de recursos para a produção de kits com alimentos e produtos de limpeza, cada um no valor de R$ 130,00 a serem distribuídos para pelo menos 1.400 famílias.

A maior parte das pessoas nestas comunidades sobrevive do trabalho informal (uma realidade brasileira segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, já que 40,7% dos trabalhadores estão na informalidade) e depende das saídas diárias para garantir o sustento de suas famílias. Ainda que tenhamos o importante auxílio da Renda Básica emergencial, ele não será o suficiente para garantir a soberania alimentar das famílias nos bairros. Além disso, em muitas das ações dos órgãos públicos, pouco se tem feito em termos de acesso a produtos que viabilizem as medidas necessárias de higiene para a prevenção do contágio pelo Covid-19. Para além do problema estrutural de falta de água em nossas comunidades, não há recursos para a compra de materiais de limpeza em um momento em que já falta comida na mesa.

A situação é de urgência e exige medidas imediatas!

A sua doação, qualquer que seja o valor, é muito importante para a sobrevivência dessas famílias em um cenário de desesperança. Juntos somos mais fortes na preservação da vida nas nossas comunidades!

A Rede Orgânica Periférica de Olinda é um coletivo criado em caráter emergencial com lideranças de organizações comunitárias: Grupo Comunidade Assumindo suas Crianças, Grupo S.O.L., Grupo de Teatro Atual, Boi Mandingueiro, Ação com Esperança, Projeto Feneaalto, Coletivo Sempre Vivas, Movimento Cultural Boca do Lixo, Biblioteca Multicultural Nascedouro e Biblioteca Solar de Ler.

Transparência: postaremos em nossas redes sociais fotos e relatos de todas as ações feitas com as doações. Lá você pode encontrar ainda informações sobre a atuação dos grupos nas comunidades e sobre os bairros que compõem a Rede. E também ações da nossa produção comunitária de sabão ecológico e produtos de limpeza. Com o pouco que arrecadamos (menos de R$1.000,00), já atingimos 235 famílias! Você pode nos ajudar a atingir muito mais!

https://abacashi.com/p/covid-19-acoes-emergenciais-periferias-de-olinda

Campanhas de solidariedade para pessoas presas e suas famílias (FED, São Paulo, SP)

A Frente Estadual pelo Desencarceramento de SP criou o Boletim nº 5 com informações sobre Campanhas de solidariedade para pessoas presas e suas famílias nesse cenário de pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

https://www.facebook.com/desencarceramentosp/

https://desencarceramento.org.br/

Recomendação de leitura:

https://ponte.org/ex-detentos-e-ativistas-se-unem-para-ajudar-presos-e-familiares-durante-pandemia/?fbclid=IwAR3QMfpTRU-fngGx6fSOsKOP-Tc6e1JnaSjDg1eXen4OmgvNmIIdxLkMMcU

Campanha de solidariedade aos catadores e catadoras de Materiais Recicláveis (MNCR-GO, Goiânia e Aparecida de Goiânia, GO)

Campanha de Solidariedade Catadores Contra o Coronavírus.  Saiba como ajudar.

1) Ajuda em dinheiro: Deposite qualquer quantia em Caixa Econômica Federal; Ag: 1550 001; C.C. 00037260-0, em nome de Claubi Teixeira de Lemo. Depois de fazer o depósito, envie o comprovante para o whatsapp 62 9300-5512 (José Iramar)

2) Ajuda em Cesta Básica: Entregue a cesta básica na Associação Beija Flor, no endereço Rua João Luiz de Almeida; Quadra 5; Lote 11; Setor Criméia, Oeste. Tire uma foto da entrega da cesta básica e envie para o whatsapp 62 9300-5512 (José Iramar).

PRESTAÇÃO DE CONTAS
A Cecooreg (Central de Cooperativas do Estado de Goiás) e o MNCR irão se responsabilizar por prestar contas públicas, pela página do MNCR-GO, de todo o dinheiro que entrou e que foi gasto.

O objetivo é reunir auxílio para decretar QUARENTENA para os 300 catadores atualmente organizados no MNCR Goiás. Caso o dinheiro seja insuficiente, utilizaremos para 1) Quarentena dos mais velhos. 2) Pagamento de Contas da Cooperativa 3) Compra de EPIS de proteção contra o Vírus. 4) Auxílio doença para o caso de catadores infectados.

PRECISAMOS DE SUA AJUDA! Qualquer quantia terá um bom uso!

Ações de Solidariedade Mulheres Negras, periféricas, pobres (Fórum de Mulheres de Pernambuco, Recife, PE)

Nós que construímos o Fórum de Mulheres de Pernambuco tomamos a solidariedade como parte de nossa prática política feminista! Entendemos que fazemos a luta em condições desiguais de vida, determinadas pelas relações de classe, racismo e vivência sexual. Além disso, enfrentamos os ataques machistas em condições desiguais também.

Na pandemia da Covid-19 não seria diferente.Por isso, desde 18 de março reforçamos nossa rede de solidariedade e apoio mútuo. Nosso objetivo é que as mais de 300 famílias de nossas militantes atravessem sãs e salvas esta pandemia. Para isto, estamos somando esforços para garantir informação acessível e de qualidade, isolamento social e doméstico dignos para nossas companheiras.

Afinal, o corpo e coração de cada uma é necessário para seguirmos em luta.Entendemos que ser parte de uma articulação feminista nacional e estar há 30 anos na luta feminista nos permitiu maior acúmulo na capacidade para captação de recursos que outros coletivos e grupos menores. Portanto, ampliamos a rede solidária na intenção de apoiar outros coletivos parceiras do FMPE. Seguiremos vivas e ativas na luta política! Por nós e pelas outras! Mas seguiremos ainda melhor e mais fortes com sua doação. Contribua até 30 de abril!

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/acoes-de-solidariedade-do-forum-de-mulheres-de-pernambuco

Apoie os povos do Território Indígena do Xingu

Campanha organizada pela ATIX-Mulher para arrecadar fundos para entregar cestas e produtos de limpeza para 875 famílias indígenas, isoladas nas 114 aldeias do Xingu.

A ATIX-Mulher é o setor de atenção a causa da mulher xinguana, que tem como sua base de apoio O Movimento de Mulheres do Xingu (TIX) e representa os 16 povos indígenas do Território Indígena do Xingu-TIX (Kalapalo, Kuikuro, Mehinako, Yawalapiti, Waurá, Yudjá, Kisedjê, Kawaiwete, Ikpeng, Kamayurá, Aweti, Matipu, Trumai, Matipu, Tapayuna e Naruvoto), uma população estimada em 8 mil pessoas no território localizado ao norte do Estado de Mato Grosso, próximo à divisa com Estado do Pará.

Hoje, nossas comunidades se isolaram em suas aldeias para se protegerem, com a memória do extermínio de muitos povos do Território Indígena do Xingu, que foram vítimas do contágio por doenças como a COVID-19 em um passado próximo. Extermínio de novo, não!

Em isolamento e com medo, nossas comunidades não podem ir as cidades para adquirir materiais básicos para o seu cotidiano. Suas poucas reservas de alguns materiais e produtos estão se esgotando. Precisamos de apoio.

Acesse: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/apoie-os-povos-do-territorio-indigena-do-xingu-contra-a-covid-19

Ajude a levar kits de higiene e limpeza para mulheres encarceradas (Liberta Elas, Recife, PE)

Com a chegada do novo coronavírus, estamos vendo diariamente pessoas adoecendo e morrendo. A experiência de outros países e das agências de saúde nacionais e internacionais mostra que a diminuição do contato entre as pessoas e a higiene pessoal é a medida mais eficaz de prevenção. Mas paras as mais de 800 mil pessoas encarceradas no Brasil, esse cenário torna-se ainda mais perverso. Essas pessoas encontram-se em unidades prisionais insalubres, superlotadas e com condições mínimas de higiene.

A situação é tão extrema que as pessoas presas têm trinta vezes mais chances de desenvolver tuberculose do que as pessoas em liberdade. Assim, o Covid-19 encontra nas prisões um terreno muito propício para fazer vítimas fatais rapidamente. 

Para agravar a situação, em Pernambuco, as visitas de familiares aos parentes no cárcere foram canceladas temporariamente. Sabemos que são essas famílias que garantem suporte material, psicológico e emocional da população carcerária por meio de produtos de higiene, alimentos e afeto que levam em suas visitas. A ausência de contato com seus familiares torna a vida das pessoas no cárcere ainda mais precária e vulnerável ao adoecimento.

Apesar de nos posicionarmos pelo desencarceramento como medida efetiva de prevenção ao coronavírus, a lógica punitivista e encarceradora do poder judiciário se mostra resistente à libertação de pessoas presas mesmo diante de uma pandemia. Nesse sentido, preocupadas com a saúde e a vida das mulheres encarceradas, essa vakinha tem como meta fornecer um kit de higiene pessoal e de limpeza para cada uma das 411 mulheres que se encontram na Colônia Penal Feminina de Abreu e Lima – CPFAL.

A pandemia tem demonstrado muito fortemente que a saúde da outra pessoa também é nossa saúde. A saúde das mulheres que estão aprisionadas também faz parte da nossa saúde coletiva. Ajudá-las a ter condições de enfrentar essa pandemia é dever do Estado, de cada um/uma de nós, além de ser um direito constitucional. Abandoná-las, agora, seria condená-las também a uma pena de morte.

Garantindo o direito à saúde das mulheres encarceradas

Nosso objetivo com esta Vakinha é proporcionar kits de limpeza e higiene pessoal para 411 mulheres que atualmente se encontram na Colônia Penal Feminina de Abreu e Lima (CPFAL), apoiando assim na garantia do direito humano à saúde e à vida das mulheres encarceradas. 

O que cada kit contém? 

Kit de limpeza

  • Sabão amarelo
  • Água Sanitária
  • Desinfetante

Kit de higiene

  • Absorvente
  • Sabonete
  • Shampoo 
  • Condicionador 
  • Pasta dentes
  • Escova de dentes

Incidência Política

Entendendo que o Estado tem a obrigação constitucional de garantir a dignidade humana, sem qualquer discriminação, e que a constituição brasileira proíbe as penas cruéis e garante o direito à saúde, o coletivo Liberta Elas em articulação com diversas organizações da sociedade civil vem incidindo junto aos poderes executivo, legislativo e judiciário pela aprovação de uma série de medidas emergenciais necessária para diminuir o alastramento do COVID-19 dentro das unidades prisionais e garantir a dignidade da população no tocante à saúde.

Sobre o Liberta Elas

O Liberta Elas surge no primeiro semestre de 2018, na cidade de Recife, Nordeste do Brasil. Hoje, somos um coletivo de mulheres feminista interseccional,  antirracista, anti-punitivista e abolicionista penal. Nosso foco é estabelecer trocas de afetos, proporcionar momentos de acolhimento e diálogo entre mulheres,  além da defesa dos direitos daquelas que se encontram sob custódia do Estado. Compreendemos que a justiça brasileira é racista, classista, sexista e LGBTfóbica e que  as mulheres inseridas no sistema prisional são julgadas com mais rigor porque são, em sua maioria negras, jovens, sem emprego e/ou educação formal e moradoras de periferias.  Lutamos para que todas as mulhere sejam livres e que seus direitos sejam respeitados. Liberta Elas!

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/nossa-sentenca-nao-e-a-morte-saude-nas-prisoes-tambem-importa

Doações de cestas básicas e máscaras para as famílias das comunidades do Alto da Boa Vista (Favela em Desenvolvimento, Rio de Janeiro, RJ)

Renna Leta, colunista da Voz da Comunidade está articulando uma distribuição de cestas básicas e máscaras nas favelas da quebrada dele. Recebeu pedidos de mais de 120 famílias. A arrecadação vai até o dia 25/04, para que haja tempo de encomendar e doar ainda este mês.

Para apoiar: picpay.me/rennanleta

Page 1 of 3

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén